thelma se destaca
thelma é verdadeira
thelma é divertida
thelma é carismática
thelma tem empatia
thelma tem uma visão incrível do jogo
thelma não é falsa
thelma não é sombra de ninguém
THELMA MERECE MAIS RECONHECIMENTO NESSE BBB20!
POR TI THELMINHA
Babu, Giselly e Prior começam a falar sobre padrões, negritude, referências...
quem não ama o Babu está morto por dentro
a Gizelly teve o pai assassinado com 6 anos e não se tornou punitivista, ela entende q a desigualdade social e o racismo estrutural + corrupção são os principais problema do país.
COM VOCÊ FURACÃO
“voce sabe que eu tenho uma carreira a zelar, eu estou fazendo isso pela minha família, não tenho condições financeiras pra nada, pra comprar um pacote de fraldas pro meu filho, mas eu não faria nada pra prejudicar ninguém aqui dentro”
flay :(
Gizelly falando sobre como o Estado persegue um padrão de pessoa e que ela era advogada de uma dessas pessoas. Eu amo o jeito ela fala da profissão, sempre com muito orgulho. Tudo pra mim!
Gi empolgada contado e REPAREM o Babu se entrosou e se interessou no assunto porque fala de racismo E DE COISAS QUE ELE SOFRE! E OLHA A CARA da Marcela olhando pra baixo; Q-u-i-e-t-a; 🐍
Sem condições pra beleza da Manu puta merda que mulher 🅰️🅰️🅰️♥️ #BBB20
Os participantes do Big Brother Brasil estão confinados numa casa, tal qual a flatulência no primeiro jantar com a família do namorado. Neste confinamento, além de provas esdrúxulas e situações artificialmente criadas para gerar tretas cabulosas, os Brothers e as Sisters acabam expondo um pouco de suas realidades, suas dores, seus preconceitos e sua intimidade quando esquecem de desligar o microfone na hora do banheiro.
Este confinamento televisionado chega ao país através da Rede Globo, pelo payperview e quando você dá aquela olhadinha por cima do ombro no celular do camarada sortudo que está sentado no metrô lotado (revelando que ou você não tem condições de se manter em casa; ou saiu na rua desrespeitando as orientações da OMS sobre o COVID19; ou você trabalha para uma empresa muito FDP). Você pode estar no mais recôndito muquifo que as informações do BBB lhe alcançarão. Você pode não saber quem é Babu, mas o mano do seu lado sabe (e aquela sua amiga loira odonto padrãozinho torce pra ele sair, além de afirmar que o cara não sofre racismo).
E a Manu? É feminista mesmo? Qual vertente será que ela se encaixa?
E a Marcela? Merece sororidade?
E o Babu? O racismo que ele sofre é anulado por seus comentários machistas e homofóbicos?
E o Pyong? Você já votou pra ele sair, né? Digo... digo...
Nesse momento, talvez haja uma voz no fundo da sua cabeça questionando como pode um canal que traz textos sobre assuntos tão "elevados" falar de um tópico tão "baixo" como "BBB 20". Você consegue ouvir essa voz? Vamos falar sobre ela?
A origem dessa voz é incerta. Alguns dizem que ela surgiu no livro "História sem Fim", de Michael Ende. Outros mencionam "Retrato do Artista quando Jovem", de James Joyce. Os videogames Lineage 2 e Heroes of Might and Magic 2, bem como os RPGs Vampire: the Masquerade e Magic: The Gathering também figuram entre as sugestões. Tem quem mencione que sua real origem está na Bíblia Sagrada, no livro Cântico dos Cânticos, capítulo 7, versículo 4. O que se sabe, no entanto, é: a voz é poderosa, mas não tem alcance. É a chamada Torre de Marfim.
A expressão "Torre de Marfim" se refere a um mundo ou atmosfera onde intelectuais se envolvem em questionamentos desvinculados das preocupações práticas do dia-a-dia. Como tal, tem uma conotação pessoal, indicando uma desvinculação deliberada do mundo cotidiano; pesquisas esotéricas, superespecializadas ou mesmo inúteis, e elitismo acadêmico, quando não, desdém ilimitado por aqueles que habitam a proverbial torre de marfim. No inglês estadunidense, o uso comum da expressão ivory tower ("torre de marfim") designa o mundo acadêmico das instituições de ensino superior e universidades. Não entendeu nada? É porque eu falei pro meu clubinho de estudiosos da sociedade. Eu "preguei pra convertido". Eu fiz uso do pedantismo academicista. Eu agi dentro da chamada "Torre de Marfim".
O ponto é simples: conhecimento é uma coisa muito boa. Mas se você manja de vários assuntos, seja pelo motivo que for, mas não consegue transmitir isso para quem não está no seu ambiente acadêmico, pra que serve seu conhecimento? Palavras difíceis e conceitos abstratos podem até impressionar alguém, mas não geram conexão. Então, além de alimentar seu ego, qual o sentido?
"Mas Allan, BBB continua sendo uma baita alienação, de um canal golpista, que apoiou a ditadura!" - meu engradado de álcool em gel ungido, se as pessoas estão discutindo racismo, machismo e homofobia com base no BBB, deixa! Essa discussão está chegando àqueles locais onde só o Aedes Aegypti, a leptospirose e alguma igreja evangélica chegavam. Você realmente vai boicotar porque a discussão não está usando os termos acadêmicos que você, do auge do seu privilégio, domina? Porque essa discussão eventualmente faz uso dos preconceitos que rodeiam a sociedade? E não quer que eu mande você ir chupar um canavial de rola?
É isso, minha estaleca academicista: divulgue conhecimento; não seja um pau-no-cu sectário; respeite seu próximo; fique ligeiro com o CORONAVÁIRUS (um salve pra Cardi B) lavando as mãos enquanto canta o refrão de "Evidências", evitando ibuprofeno e ficando em casa; ame seus bichos e, se ainda der tempo, vote para eliminar o Pyong, firmeza?
Conhecimento que não sai da bolha hétero cis branca privilegiada é só fetiche. Se não chega na quebrada, não quebra nada.

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